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Segunda-feira, 8 de Março de 2010
O TESTO DA PANELA.

 

Quando ouvimos uma história com traços improváveis, contada por alguém que nos é desconhecido a primeira ideia é a de rejeitar o que nos é contado, interiorizando logo uma mentira, um lapso ou má fé.
Quando ouvimos uma história com os mesmos traços de improbabilidade, contado por alguém que nos é chegado, embora o nosso espírito tenda a rejeitar os conteúdos, a confiança que temos nas pessoas leva-nos a crer…
Estávamos sentados à mesa, festejando os anos do tio Álvaro, quando o Alberto se lembrou de uma ida a Lisboa para ver um Jogo do Benfica e no regresso…
- Lembro-me perfeitamente, eu até parei o carro e virei-me aqui pró tio, “aquilo ali o que é? Um avião a arder? E o tio disse: parece um meteorito. E eu disse assim: é um cometa. Era mesmo um cometa. Não foi tio?...”
- Foi… um grande risco no céu. Era uma estrela cadente das grandes…
- Um cometa, reforçou o Alberto.
- Isto leva-nos a pensar, quando olhamos para o céu, não é? Embora aquilo não seja nada. Há uma história que eu nunca contei a ninguém. Estava eu e a vossa tia na Póvoa, isto vai para aí uns 50 anos. A Amélia era pequena, e ela agora já tem 50 anos. Portanto já estais a ver. Era um domingo de manhã e estávamos na praia, quando de repente vem assim um disco sobre a água e aterra na areia. Todo prateado, a brilhar…
- Ele não aterrou, ficou foi "a boiar" acima da areia, ali entre a terra e as ondas do mar, corrigiu a tia.
- É, foi isso, estava suspenso, e depois o pessoal ao princípio começou a fugir, mas depois começamos a aproximar-nos. De repente abriu-se uma porta e saiu um anão todo vestido de verde com uns olhos grandes em preto…
- Pareciam uns óculos de sol. O homem era pequenino e magrinho, parecia uma criança, voltou a corrigir a tia.
- Sim era isso. Mas quando deu com os olhos no pessoal que cada vez se aproximava mais, voltou para trás e fechou a porta. O disco saiu a voar pela água, “rentinho”. A água saltava para os lados…
- Foi, mas com uma velocidade que desapareceu logo a seguir. O pessoal todo a gritar que era um disco voador. A mim parecia-me mais assim um testo de uma panela, disse a tia…
 
publicado por JP às 16:32
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